Como criar tabelas – dados atômicos e chave primária

Como criar tabelas – dados atômicos e chave primária

Aprenda agora como criar tabelas de modo correto e seguro, garantindo que seus dados sejam atômicos e que forneçam as informações corretas para a sua consulta.

Trataremos neste post sobre a atomicidade de dados e a chave primária na criação de tabelas, acompanhe:

 

 

Tópicos que você vai ver

1. Escolha o objeto principal da sua tabela
2. Analise os seus dados
3. Chave Primária

1 – Escolha o objeto principal da sua tabela

Basicamente é: o quê ou quem a sua tabela vai descrever? 

Com isso, analisamos todas as informações que precisamos do nosso objeto.

Ao esboçarmos o que temos de saber, fica mais fácil de excluir o que é redundante e desnecessário.

Ao estudarmos modelagem de dados ou UML, nos deparamos com o conceito de ENTIDADE. 

Entidade pode ser traduzida como uma classe de quem você vai descrever características.

Assim, cada coluna da sua tabela terá características da sua Entidade. Se temos uma Entidade Cliente, temos de organizar todas as informações que precisaremos dela.

Como criar tabelas – dados atômicos e chave primária

Portanto, o primeiro passo para a criação de tabelas é a observância de qual é o nosso objeto principal (Entidade). 

Depois partimos para a segunda fase: que informações eu preciso dela? Ou seja, de quais dados eu precisarei para as minhas consultas futuras?

Sempre temos de pensar em longo prazo na criação de um banco de dados, a fim de evitar modificações desnecessárias em sua estrutura.

2 – Analise os seus dados

Depois de organizar tudo o que você vai precisar do seu objeto, analise os dados de sua tabela.

Dados atômicos

Em SQL, quer dizer que os dados não podem mais ser divididos, pois eles já são a menor partícula de dados.

Isto é, eles já foram divididos e agora não podem mais.

Assim, depois de decidir qual é o objeto principal da sua tabela, se a sua tabela é feita para facilitar as consultas, é preciso analisar se os dados dela são atômicos.

O maior benefício dos dados atômicos é facilitar as consultas no banco de dados.

Todavia, ao aplicar o princípio da atomicidade, tendemos a aumentar em demasia o volume de dados em uma tabela.

Portanto, fica a encargo de quem modela a estrutura do banco, pensar em como a tabela vai desempenhar a sua função da melhor forma possível.

Regras de Atomicidade

1 – Uma coluna não pode conter linhas com TIPOS de dados IGUAIS:

Coluna_refeiçoes: 
café-da-manhã_linha1, almoço_linha2,
jantar_linha3.

2 – Uma tabela não pode conter colunas que possuam o MESMO tipo de dados:

Tabela_refeiçoes: 
café_da_manhã_coluna, almoço_coluna;

Chave Primária

Toda tabela precisa ter uma chave primária.

É a chave primária quem possibilita o relacionamento entre tabelas e garante a sua unicidade (identidade única).

Assim, ao tornar uma coluna a chave primária de uma tabela, cada linha ou dado será único, ou seja, não pode ser repetido ou ser igual a outro.

O valor atribuído à Chave Primária não pode ser nulo (NULL).

Outra coisa importante sobre o seu valor é que ele não pode ser alterado depois de criado.

Geralmente são atribuídos um tipo integer e auto incremento para chaves primárias.

Sintaxe para criação de tabela com chave primária:

Como criar tabelas – dados atômicos e chave primária

A referência de chave primária vem na última linha do bloco de código, trazendo o nome do campo que será chave primária entre parênteses.

Para não dar problemas no futuro em seu banco de dados, evite colocar chave primária em dados que aparentemente são únicos, como o CPF, por exemplo.

Apesar de todo brasileiro ter um código diferente, há golpes, roubos de identidade e fraudes diversas.

Por isso o recomendado é a criação de um código único para a sua chave primária.

Referência: Use a Cabeça! SQL – Livro

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